"RESPEITO INSTITUCIONAL"
Dia 9 Fevereiro de 2007, reunião magna dos deputados eleitos e legitimos representantes da população do municipio felgueirense, local, Biblioteca Municipal Felgueiras, presentes deputados,inerentes(Presidentes de junta),vereadores representando a posição asim como aqueles que pretensamente representam a oposição, Edil municipal,público diverso entre os quais alguns atletas juvenis do F.C.Lixa e seus familiares,estes como forma de protesto com a falta de cumprimento de compromissos assumidos com o clube ao qual pertencem.
Ambiente normal entre todos os presentes pese embora a importância de alguns pontos em discussão e votação, serem considerados polémicos e danosos dos cofres e interesses concelhios.
Quiça por o executivo ter negociado as posições e respectivos votos não se notava qualquer nervosismo ao redor desta AM.
Ponto polémico nº2, criação de mais uma EM,empresa municipal,neste caso com a ilustre intenção de gerir o parque cultural do concelho e dinamizar o mesmo para a nobre visão das Artes, do lazer, do entretenimento, quiça das almoçaradas e também do folclore,que não do foguetório que esse irá pertencer a outro departamento.
Documento apresentado, dirimidos os argumentos, ouvidos moucos daqueles que como pouco entendem não perdem tempo em escutar as vozes da razão, fácil fazem o mesmo que por exemplo já tinham feito os vereadores do PSD em executivo , acenar com a cabeça e votar SIM,
somos a favor, gastem delapidando todo e qualquer património, não se preocupem com as necessidades imperiosas que preocupam o dia á dia das nossas populações,criem mais uns lugares pagos principescamente que nós avalizamos, neste decisório como sempre tivemos alguns camaradas nossos (vamos contar que por pouco tempo), que insistem em votar do lado do potencial mais forte, ou seja do executivo e seus apaniguados, nesta situação estiveram o presidente da junta de Torrados, de Pinheiro, Macieira, Lagares e São Jorge, mentes inspiradas e iluminadas a destes autarcas que lhes permite em cada momento decidirem sempre da forma mais conveniente. Inconscientes da sua responsabilidade crêem com isso alcançar o desiderato da consideração da Sra. Presidente e seus acólitos, bastando então implorar talvez de rastos por uma migalha que lhes permita ir enganando os seus fregueses durante algum tempo mais.
No entanto no Ponto nº 9 de "last but not the least", iria chegar a surpresa, em causa como sabemos estava a compra do famigerado edificio devoluto nas traseiras da CMF, como já foi excessivamente escalpelizdos os motivos para a negação da pretenso interesse desta compra ,passamos á parte que a todos nos deixou no palco da incredulidade, falamos como é óbvio da atitude anti-democrática mas essencialmente descabida da Sra. Presidente da Camâra que não da Assembleia Municipal ao tentar impedir que fosse dada a palavra ao vereador socialista Prof. José Campos, com a postura que lhe reconhecemos desde sempre tentou impor junto do Presidente eleito da AM. Dr. Orlando Sousa a sua vontade de forma imperiosa e pouco dignificante para aquele que é a segunda figura na hierarquia concelhia e a quem compete reger e gerir os trabalhos na AM.
Para espanto de muitos o Presidente da AM. assumiu uma postura de nobreza que só o enaltece e dignifica o lugar de excelência que ocupa, vincando a sua posição e o seu desejo enquanto responsável da condução dos trabalhos na referida Assembleia permitiu o uso da palavra o vereador e abriu, cremos nós uma fissura que a muitos se previa vir a suceder mais dia menos dia entre estas duas figuras, como cúmulo e com leituras dúbias o vereador Horácio Reis manteve-se na sala após a saida amarga e extemporânea da Presidente e dos outros dois vereadores do MSP.
Sabemos das dificuldades por que estará a passar nestes dias Fátima Felgueiras, sabemos do desnorte que grassa nas suas hostes, o descrédito acentua-se diáriamente e o mês de Fevereiro ainda vai no Adro, alguns tentarão aproveitar as suas fragilidades para traçar novas estratégias quanto ao futuro seja ele qual for, a verdade é uma Fátima Felgueiras deixou de ser o ícone dos Presentistas o navio mete água e os mais avisados irão proceder a uma debandada calculada mas certa.
Como epílogo realçamos que o referido ponto 9 foi chumbado para bem de Felgueiras e da sua população.
Ambiente normal entre todos os presentes pese embora a importância de alguns pontos em discussão e votação, serem considerados polémicos e danosos dos cofres e interesses concelhios.
Quiça por o executivo ter negociado as posições e respectivos votos não se notava qualquer nervosismo ao redor desta AM.
Ponto polémico nº2, criação de mais uma EM,empresa municipal,neste caso com a ilustre intenção de gerir o parque cultural do concelho e dinamizar o mesmo para a nobre visão das Artes, do lazer, do entretenimento, quiça das almoçaradas e também do folclore,que não do foguetório que esse irá pertencer a outro departamento.
Documento apresentado, dirimidos os argumentos, ouvidos moucos daqueles que como pouco entendem não perdem tempo em escutar as vozes da razão, fácil fazem o mesmo que por exemplo já tinham feito os vereadores do PSD em executivo , acenar com a cabeça e votar SIM,
somos a favor, gastem delapidando todo e qualquer património, não se preocupem com as necessidades imperiosas que preocupam o dia á dia das nossas populações,criem mais uns lugares pagos principescamente que nós avalizamos, neste decisório como sempre tivemos alguns camaradas nossos (vamos contar que por pouco tempo), que insistem em votar do lado do potencial mais forte, ou seja do executivo e seus apaniguados, nesta situação estiveram o presidente da junta de Torrados, de Pinheiro, Macieira, Lagares e São Jorge, mentes inspiradas e iluminadas a destes autarcas que lhes permite em cada momento decidirem sempre da forma mais conveniente. Inconscientes da sua responsabilidade crêem com isso alcançar o desiderato da consideração da Sra. Presidente e seus acólitos, bastando então implorar talvez de rastos por uma migalha que lhes permita ir enganando os seus fregueses durante algum tempo mais.
No entanto no Ponto nº 9 de "last but not the least", iria chegar a surpresa, em causa como sabemos estava a compra do famigerado edificio devoluto nas traseiras da CMF, como já foi excessivamente escalpelizdos os motivos para a negação da pretenso interesse desta compra ,passamos á parte que a todos nos deixou no palco da incredulidade, falamos como é óbvio da atitude anti-democrática mas essencialmente descabida da Sra. Presidente da Camâra que não da Assembleia Municipal ao tentar impedir que fosse dada a palavra ao vereador socialista Prof. José Campos, com a postura que lhe reconhecemos desde sempre tentou impor junto do Presidente eleito da AM. Dr. Orlando Sousa a sua vontade de forma imperiosa e pouco dignificante para aquele que é a segunda figura na hierarquia concelhia e a quem compete reger e gerir os trabalhos na AM.
Para espanto de muitos o Presidente da AM. assumiu uma postura de nobreza que só o enaltece e dignifica o lugar de excelência que ocupa, vincando a sua posição e o seu desejo enquanto responsável da condução dos trabalhos na referida Assembleia permitiu o uso da palavra o vereador e abriu, cremos nós uma fissura que a muitos se previa vir a suceder mais dia menos dia entre estas duas figuras, como cúmulo e com leituras dúbias o vereador Horácio Reis manteve-se na sala após a saida amarga e extemporânea da Presidente e dos outros dois vereadores do MSP.
Sabemos das dificuldades por que estará a passar nestes dias Fátima Felgueiras, sabemos do desnorte que grassa nas suas hostes, o descrédito acentua-se diáriamente e o mês de Fevereiro ainda vai no Adro, alguns tentarão aproveitar as suas fragilidades para traçar novas estratégias quanto ao futuro seja ele qual for, a verdade é uma Fátima Felgueiras deixou de ser o ícone dos Presentistas o navio mete água e os mais avisados irão proceder a uma debandada calculada mas certa.
Como epílogo realçamos que o referido ponto 9 foi chumbado para bem de Felgueiras e da sua população.


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